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Calculadora de juros compostos

Informe o valor inicial, a taxa, o prazo e quanto pretende investir por mês. O resultado mostra o total acumulado e a evolução mês a mês.

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Como usar a calculadora de juros compostos

  1. Valor inicial: quanto você já tem para investir hoje. Pode ser zero se vai começar só com aportes.
  2. Aporte mensal: quanto pretende acrescentar todo mês. Escolha se o depósito entra no início ou no fim do mês.
  3. Taxa de juros: informe a taxa e escolha se ela é ao mês ou ao ano. A calculadora faz a conversão para você.
  4. Período: digite o prazo em anos ou em meses, até 100 anos.
  5. Clique em Calcular. Abra a tabela mês a mês para ver os juros, o total investido e o montante de cada mês.

Exemplo prático

Imagine que você começa com R$ 1.000,00 e investe R$ 500,00 por mês, a uma taxa de 10% ao ano. Em 10 anos, você terá colocado R$ 61.000,00 do próprio bolso e o montante será de R$ 102.525,67. Ou seja, R$ 41.525,67 vêm dos juros.

Se o mesmo plano durar 20 anos, o montante sobe para R$ 365.857,11, e com 30 anos chega a R$ 1.048.871,06. Repare que dobrar o prazo faz muito mais diferença do que dobrar o aporte, porque os juros passam a render sobre os próprios juros.

PrazoTotal investidoJurosMontante
10 anosR$ 61.000,00R$ 41.525,67R$ 102.525,67
20 anosR$ 121.000,00R$ 244.857,11R$ 365.857,11
30 anosR$ 181.000,00R$ 867.871,06R$ 1.048.871,06

Exemplo com valor inicial de R$ 1.000, aporte de R$ 500 no fim de cada mês e taxa de 10% ao ano constante.

O que mais pesa no resultado

  • Tempo: é o fator mais forte. Começar cedo vale mais do que tentar compensar depois com aportes maiores.
  • Constância dos aportes: investir todo mês, mesmo valores menores, constrói o patrimônio de forma previsível.
  • Taxa: uma diferença de poucos pontos percentuais ao ano muda bastante o resultado em prazos longos. Use a taxa líquida, depois de custos e impostos.
  • Inflação: o dinheiro de daqui a 20 anos compra menos que o de hoje. Para simular em poder de compra atual, use uma taxa acima da inflação.
A calculadora trabalha com taxa constante, o que não acontece na vida real. Rendimentos passados e simulações não garantem resultados futuros. Para entender a fórmula e os erros mais comuns, leia o guia completo de juros compostos.

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Perguntas frequentes sobre juros compostos

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O que são juros compostos?

É quando os juros de cada período passam a render também. Você ganha juros sobre o valor que investiu e sobre os juros que já acumulou. Por isso o crescimento é mais lento no começo e vai ficando mais forte com o passar do tempo.

Qual é a fórmula?

Sem aportes: M = C × (1 + i)^n, onde M é o montante, C o valor inicial, i a taxa por período e n o número de períodos.

Com aportes mensais no fim do mês: M = C × (1 + i)^n + P × [((1 + i)^n − 1) / i], sendo P o valor aportado a cada mês. Se o aporte entra no início do mês, a segunda parte é multiplicada por (1 + i).

Taxa ao ano ou ao mês: como a calculadora converte?

Se você informa a taxa ao ano, ela é convertida para a taxa mensal equivalente: i_mês = (1 + i_ano)^(1/12) − 1. Assim, 12% ao ano rende 12% ao fim de 12 meses, e não 12 vezes 1%. Se informa ao mês, o valor é usado direto.

Por que começar cedo faz tanta diferença?

Porque os juros acumulados também rendem. Os últimos anos de um investimento longo costumam gerar mais dinheiro que os primeiros, mesmo com o mesmo aporte. Prazo costuma pesar mais que a taxa.

O que esta calculadora não considera

Imposto de renda, IOF, taxas de administração, inflação e variações de rentabilidade. O resultado é uma estimativa com taxa constante. Para comparar investimentos reais, use a taxa líquida que você espera receber.